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HTML, "Web Development", HTML5
HTML, "Web Development", HTML5
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Revision 8534
Revision 8535
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32      <img alt="File:/C:\DOCUME~1\Carleial\CONFIG~1\Temp\msohtml1
>\01\clip_image001.jpg" fileid="0" src="file:///C:/DOCUME~1/Carlei 
>al/CONFIG~1/Temp/msohtml1/01/clip_image001.jpg"> 
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53      <strong><u>“ A&nbsp; IGNORÂNCIA..... O MAL &nbsp;DOS &nbsp;
>SÉCULOS “</u></strong> 
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68      Diversos sábios da Ciência, em todos os tempos, têm se mani
>festado sobre a “Ignorância” dos Seres Humanos. Dentre eles, dest 
>aca-se o nosso maior jurisconsulto, Rui Barbosa, que a respeito d 
>ela afirmou: “ A chave misteriosa das desgraças que nos afligem é 
> esta; e somente esta: a Ignorância! Ela é a mãe da servilidade e 
> da miséria”. Alguns outros conceitos a respeito da Ignorância, d 
>ito pelos homens mais influentes do Conhecimento Humano vale a pe 
>na relembrá-los aqui. 
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74      -“Não há nada mais terrível que a Ignorância”(Goethe,1749-1
>832); 
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77      -“Se me perguntar o que é a morte! Respondo-te: a verdadeir
>a morte é a&nbsp;&nbsp; Ignorância. Quantos mortos entre os vivos 
>!” (Pitágoras, 582-497, AC); 
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80      -“A ignorância é a noite (escuridão) da Mente!” (Confúcio,5
>51-478,AC); 
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83      -“A diferença entre um homem sábio e um homem ignorante é a
> mesma entre um homem vivo e um cadáver.” (Aristóteles, 384-322,  
>AC); 
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86      -“Dar conselhos a um homem culto é supérfluo; aconselhar um
> ignorante é inútil.” (Sêneca, 65-2, &nbsp;DC); 
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89      -“A sabedoria e a razão, falam; a ignorância ladra.” (Artur
>o Graf, 1848-1913); 
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92      -“Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância.”(Luther K
>ing,1968); 
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95      -“Todo aquele que não sabe,seja quem for,pode e deve entrar
> no rol do vulgar.” (Miguel Cervantes, 1547-1616); 
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98      -“O tolo, quando erra,queixa-se dos outros; o sábio queixa-
>se de si mesmo.” (Sócrates, 469-399, AC). 
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104      Estes, e centenas de outros conceitos de Ignorância, foram 
>emitidos pelos maiores gênios do mundo e, como já dissemos, em di 
>ferentes épocas da História. E o que dizem os dicionários a respe 
>ito da Ignorância? Segundo alguns autores, “Ignorante, é o indiví 
>duo que não sabe”; “aquele que não tem conhecimento de algo”; é “ 
>quem desconhece”; etc. De acordo com outros pensadores, o ignoran 
>te estabelece critérios que desqualifica o conhecimento alheio em 
> favor de sua falta de conhecimento. Ele faz idéias falsas sobre  
>si, e o mundo que o cerca, de forma errônea e deturpada. Ainda so 
>bre a Ignorância, dizem outros sábios (quase inexistem sábios &nb 
>sp;nos dias atuais) que: “ Ignorância é não saber, não querer sab 
>er ou ignorar o conhecimento científico provado e comprovado por  
>métodos científicos e pela lógica. Embora, na linguagem popular e 
> como termo de uso agressivo pelos próprios ignorantes; Ignorante 
> é o “estúpido”,“burro”,”asno”,”idiota”,”imbecil”,”retardado”,”gr 
>osso”,”grosseiro”,etc. 
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110      Este Trabalho não tem essa finalidade de agredir, criticar,
> denegrir, denominar ou julgar quem quer que seja! Mesmo, porque  
>se baseia em dados empíricos, observações clínicas e neuropsicoló 
>gicas. O nosso propósito é expor e analisar esse terrível fator d 
>e atraso, retrocesso e estagnação do progresso; bem como, apontar 
> a Ignorância (falta do conhecer) como fonte dos maiores conflito 
>s entre os seres humanos e destes, com o seu meio ambiente. Como  
>diria Rui, a Ignorância&nbsp; é a pior dentre todas as doenças da 
> humanidade. Como já falamos acima, muitos homens de gênio, ao lo 
>ngo da História, têm se pronunciado contra a Ignorância, de&nbsp; 
> modo a condená-la e a depreciá-la; muito embora tivessem eles a  
>intenção de incentivar a aquisição do conhecimento, como fator in 
>dispensável e fundamental ao progresso e à&nbsp; boa convivência  
>social. 
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116      Visto por eles e, pelo que pretendemos demonstrar aqui de f
>orma psicobiológica, a Ignorância é, e sempre foi, o maior flagel 
>o da Humanidade. Podemos afirmar que a falta de conhecimento foi  
>e continua sendo a grande e maior ameaça, desde&nbsp; Eras mais r 
>emotas, aos dias atuais. A Ignorância tem sido causa de guerras,  
>revoluções, levantes, atentados, terrorismo, fome, miséria, doenç 
>as, crimes; enfim; &nbsp;causadora de todos os infortúnio que nos 
> fazem padecer e...morrer! Porque Rui e tantos Homens &nbsp;intel 
>igentes previram e “acertaram” em suas afirmações sobre esse&nbsp 
>; mal-estar das sociedades, tão explícito para quem tem um mínimo 
> da capacidade neuronal normal. Tiveram eles capacidades de clari 
>vidência, premonição ou&nbsp; adivinhação? Não! Aqueles homens de 
> gênio previram com acerto porque possuíam os dados e as evidênci 
>as para preverem o futuro, graças ao vasto manancial&nbsp; de con 
>hecimento, adquirido em incontáveis horas de reflexão, estudos e  
>muita leitura inteligente, positiva e construtiva, acumulados em  
>seus cérebros privilegiados pela Cultura. Daí, a capacidade previ 
>dente&nbsp; de suas mentes ricas, capazes de reflexões e de produ 
>zirem idéias brilhantes. 
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122      Qualquer cérebro que seja física, anatômica e fisiologicame
>nte normal, que acumule conhecimento, cultura e experiências; adq 
>uirirá a capacidade de “adivinhar” e prever acontecimentos futuro 
>s. Não há mistério algum nisso; a Mente depende e funciona com os 
> dados que o seu cérebro estocou. Quando falamos em cérebro dotad 
>o, que cria uma mente culta, não estamos nos referindo àquele que 
> acumulou apenas conhecimentos específicos de uma determinada dis 
>ciplina ou profissão, como por exemplo, um médico que só aprendeu 
> o conhecimento médico-biológico; o engenheiro que somente estuda 
> a&nbsp; prática da matemática, química e da física ; o psicólogo 
> que se esqueceu,ou não quis se aprofundar na biologia,química,ne 
>urologia,filosofia,antropologia,sociologia e outros conhecimentos 
> necessários à prática da terapia mental, etc. Será que prever&nb 
>sp; acontecimentos futuros e conhecer as pessoas além de seus asp 
>ectos físicos e exteriores é paranormalidade ou algum atributo es 
>piritual superior? Não! Trata-se de condição natural de um cérebr 
>o rico de conhecimentos gerais. Não, de conhecimento específicos  
>de matemática, química, física, etc., como já vimos acima. Pode s 
>er o melhor matemático do mundo; mas, se o seu conhecimento se re 
>stringe à&nbsp; matemática ou outros conhecimentos afins; não é,n 
>ecessariamente uma pessoa culta. 
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128      Isso confunde muito as pessoas que avaliam a sabedoria e a 
>inteligência com base no comportamento de profissionais de cursos 
> notórios como, medicina, engenharia, psicologia, odontologia, ad 
>vocacia, etc., que, por terem esses títulos, nós os julgamos cult 
>os e inteligentes. É um engano! Culto é o homem que conhece, pelo 
> menos um pouco, todas as áreas do conhecimento humano. É claro q 
>ue nenhuma pessoa (nenhum cérebro) é capaz de tomar conhecimento, 
> captando e acumulando todo o conhecimento do Universo. Todavia,  
>quanto mais ele conhecer e adquirir&nbsp; conhecimentos; mais cul 
>to e sábio será; e, assim, se torna mais útil a si e a toda socie 
>dade. Imaginemos se Pasteur, Fleming, Édson, Ford, Santos Dumont, 
> Salk, Sabin e muitos outros sábios, não tivessem acumulado tanto 
>s conhecimentos em seus cérebros; como estaríamos agora! Sem luz, 
> sem remédios, andando a pé, sem “voar” e , possivelmente, já ext 
>intos, devorados pelas bactérias,vírus,fungos e outros microorgan 
>ismos descobertos por Pasteur e&nbsp; combatidos por Fleming. São 
> muitos os cérebros repletos de conhecimentos que nos deram quase 
> tudo que usufruímos hoje. Nunca tantos se beneficiaram tanto de  
>tão poucos do passado; sem falarmos nas artes, literatura e na mú 
>sica, quase completamente deturpadas, vilipendiadas e destruídas  
>em nossos dias (salvo algumas exceções de alguns homens maduros e 
> cultos), substituídos que estão sendo pelos simulacros de arte e 
> literatura, bem como, pelo barulho infernal chamado de música, p 
>elos destituídos do conhecimento e saber superiores. A Mente, que 
> é a principal atividade do cérebro, só é capaz&nbsp; de criar,fa 
>zer descobertas e orientar com acerto o comportamento das pessoas 
>, se tiver gravados em seus neurônio conhecimentos positivos e sa 
>dios que irão dar suporte capaz de se comportarem positivamente.  
>Não é acumulando e se condicionando com os péssimos e nefastos ex 
>emplos de muitos meios de comunicação, principalmente da Televisã 
>o, que vamos esperar melhores comportamentos das pessoas e condiç 
>ões humanas e dignas de vida. Pelo contrário, os exemplos diários 
> desses veículos de comunicação estão nos levando à falência tota 
>l da Moral, da Decência, do Respeito, da Honestidade, da Cultura, 
> da Normalidade das coisas e da própria sobrevivência dos Humanos 
>; vide os exemplos de Sodoma, Gomorra, Nínive, Roma, e demais mod 
>elos de decadência punidos pelo desregramento dos seus costumes.& 
>nbsp; Até nisso, o nosso Rui previu, quando vaticinou: “ De tanto 
> ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra; de  
>tanto ver crescer a injustiça;de tanto ver agigantarem-se os pode 
>res nas mãos dos maus; o homem chega a desanimar-se da virtude, a 
> rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto!” Como pode ter  
>acertado tanto o Grande Baiano? Como já falamos, Rui previu os no 
>ssos dias, baseado nos dados gravados em seu cérebro, à custa de  
>incontáveis horas de estudos diversificados. Como prometemos no i 
>nício, não vamos nos ater nos aspectos visíveis e exteriores do c 
>omportamento ignorante, facilmente observável por muitos. Ver e a 
>nalisar o comportamento exterior das pessoas é fácil e pouco cien 
>tífico. O importante é pesquisar e ver as motivações internas que 
> levam os indivíduos a destruírem ou&nbsp; construírem um mundo m 
>elhor (hoje, mais destruído que construído). 
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134      Vamos, agora, estudar esse aspecto interno, neuropsicológic
>o do comportamento. Iremos analisar o que acontece dentro do cére 
>bro de alguém que procura conhecer os fatos da natureza, os dados 
> ambientais que o cercam e por quais razões isso importa tanto na 
> vida pessoal, familiar e social dos indivíduos cultos (que acumu 
>laram conhecimentos). Em comparação, vamos conhecer os aspectos n 
>europsicológicos daqueles que não enriqueceram os seus cérebros,  
>não&nbsp; adquiriram&nbsp; e ignoraram ou ignoram o Saber e o Con 
>hecimento. Poderíamos fazer, agora, uma regressão a todo o desenv 
>olvimento do cérebro e da mente dos humanos, desde a pré-história 
> aos nossos dias, para melhor explicarmos as razões pelas quais n 
>os tornamos o “lobo do homem”(Homo hominis lúpus), como disse Pla 
>uto, em uma de suas comédias. De fato, o ignorante reage com os m 
>úsculos e o sábio, com o cérebro! Daí se deduz que aquele que é m 
>entalmente pobre (cérebro com poucas gravações) é potencialmente  
>mais agressivo que alguém culturalmente enriquecido. Isto, é muit 
>o fácil de se observar, quando se verifica a qualidade intelectua 
>l dos habitantes das localidades onde acontece o maior número de  
>agressões físicas,homicídios e outros delitos. 
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140      Infelizmente não se pode entender melhor&nbsp; as conseqüên
>cias do Saber e do Ignorar&nbsp; sem termos uma noção razoável so 
>bre as funções Psicobiológicas que viabilizam a aquisição, acumul 
>ação e preservação do Conhecimento adquirido pelo Cérebro, bem co 
>mo a utilização e aplicação desse Conhecimento pela Mente de cada 
> um de nós. Em outras palavras, de que modo a Mente utiliza, para 
> si e para os outros, o conhecimento que o seu cérebro acumulou?& 
>nbsp; É aqui que se encontra o grande problema que encerra todos  
>os acontecimentos passados, presentes e futuros de todos os Povos 
>.&nbsp; Vamos descrever, em breves palavras, os caminhos internos 
> (ou neuropsicológicos) da motivação do comportamento humano. Mui 
>tos outros seres da escala evolutiva biológica têm, e tiveram mec 
>anismos psicobiológicos parecidos com os dos humanos.&nbsp; Porém 
>, não vamos regredir demais na Biologia Evolutiva e Comparada; pa 
>ra facilitarmos o entendimento do leitor deste Trabalho, cuja fin 
>alidade é a de popularizar o conhecimento comportamental, sob a ó 
>tica da Psicobiologia e da Neuropsicologia. Não trataremos deste  
>tema sob o prisma usual&nbsp; de se isolar,separar e basear-se o  
>comportamento humano apenas em seu aspecto exterior psicológico,b 
>iológico,sociológico ou político. Seguiremos os caminhos neuro e  
>psicobiológicos da motivação interna, para tentarmos explicar as  
>razões que levaram (e levam) os humanos à sua própria deterioraçã 
>o e falência física, espiritual, moral e ambiental. 
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146      Veremos porque, apesar da gravidade progressiva desse proce
>sso de autodestruição; poucos o percebem, apesar de sermos quase  
>7.000.000.000 de “navegantes” de uma “nau” sem rumo e, o que é pi 
>or... ”fazendo água”. Alguns afirmam que os avanços tecnológicos  
>modernos propiciaram mais conforto e longevidade. Na verdade, pro 
>longaram a duração de vida, mas deterioraram o viver, tornando o  
>homem um triste Ser longevo. 
147    </p>
148    <p>
149      &nbsp;
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151    <p>
152      Na aprendizagem, para se obter o conhecimento, o cérebro ca
>pta para o seu interior os fatos e acontecimentos do meio ambient 
>e que, estimulando os nossos cinco sentidos, são encaminhados aos 
> seus neurônios, a fim de serem gravados e armazenados para a sua 
> utilização pela Mente, no comportamento do dia-a-dia. Como essa  
>gravação se origina da visão, da audição, do cheiro, do gosto e d 
>o tato; fica claro que tudo que vemos,escutamos,cheiramos, tateam 
>os e sentimos o gosto, é levado ao cérebro pelos respectivos rece 
>ptores nervosos desses sentidos. As vias de acesso ao cérebro são 
> os nervos que levam as “coisas” do mundo (imagens, odores, sons, 
> etc.) codificadas sob a forma de corrente eletroquímica (mais qu 
>ímica que elétrica nos humanos) que no interior cerebral esses es 
>tímulos são descodificados e seletivamente gravados e armazenados 
> em grupos de neurônios específicos para cada tipo de “coisa” que 
> foi captada pelos órgãos dos sentidos. Por exemplo, as células n 
>ervosas da retina, no caso da visão, que levam através do nervo ó 
>ptico, as imagens que enxergamos para uma determinada área do cér 
>ebro chamada de “lobo occipital”. O que ouvimos, do mesmo modo va 
>i para outro centro cortical primário, denominado “lobo temporal” 
>; assim acontecendo com os outros órgãos dos sentidos que foram c 
>riados para dotar o nosso cérebro com o máximo de informações do  
>meio que o cerca, a fim de enriquecermos a nossa Mente para nos c 
>omportarmos e agirmos no mundo como seres superiores e evitar que 
> vivamos como bestas-feras; como estamos fazendo, na atualidade.  
>Como o cérebro é todo interligado e suas áreas são interativas en 
>tre si, com o seu meio interno (fisiológico) e com o ambiente ext 
>erno (mente-comportamento), podemos imaginar o que seja uma vida  
>mental de uma pessoa, onde bilhões de neurônios se relacionam e s 
>e interagem, trocando milhões de informações a cada minuto! 
153    </p>
154    <p>
155      &nbsp;
156    </p>
157    <p>
158      Para melhor assimilarmos, vamos repetir: todas as sensações
> que passam pelos nossos olhos, ouvidos, narinas, boca e pele “vi 
>ajam” pelos nervos até aqueles grupos de neurônios, onde ficarão  
>guardados para que a Mente as utilize no comportamento da pessoa; 
> tanto para o seu bem-estar, como para o bem social, considerando 
> que não vivemos isolados e que somos seres sociais. É assim que  
>deveria ser e para este fim&nbsp; fomos criados e recebemos um ex 
>traordinário e miraculoso órgão: o Cérebro. Cada cérebro atuando  
>por meio da sua mente, comportando-se e agindo positivamente para 
> a sobrevivência do homem-animal (cérebro-mente-Inconsciente) e d 
>o homem-intelectual (cérebro-mente-Consciente); bem como, respons 
>ável, também, pela manutenção e sobrevivência da vida animal e in 
>teligente da espécie dos humanos. Entretanto, lamentavelmente, a  
>Mente da maioria das pessoas está voltada, apenas, para a própria 
> sobrevivência animal, visto que os cérebros que formam essa maio 
>ria encontram-se sem “estoque” de gravações positivas, importante 
>s e úteis ao indivíduo e aos demais seres que compõem a vida na T 
>erra; como iremos verificar no decorrer deste Trabalho. 
159    </p>
160    <p>
161      &nbsp;
162    </p>
163    <p>
164      Todas as atividades do homem são regidas pela Mente do seu 
>Cérebro. Não existe comportamento animal que não se origine da Me 
>nte, que por sua vez, se origina das “coisas” que o seu cérebro g 
>ravou e guardou. Nos animais não-humanos o comportamento segue as 
> mesmas regras; porém, na maior parte, dirigido e controlado pela 
> programação genética, natural e específica para cada espécie. El 
>es agem sob a orientação do que já se encontra gravado por sua he 
>rança genética; é o que chamamos “instinto animal”. Os animais in 
>feriores são muito instintivos e se comportam pelos impulsos mais 
> primários, como, o da fome, da sede e do sexo; sendo este, exclu 
>sivamente para a procriação ( o erotismo é uma invenção dos human 
>os). Estes impulsos primários garantem a sobrevivência física do  
>animal, pouco dependendo da aprendizagem intelectual; seus instin 
>tos genéticos já são suficientes para se comportarem de forma a p 
>reservarem e perpetuarem as suas espécies. Suas mentes são pobres 
>, por isso são irracionais, faltando-lhes o conhecimento intelect 
>ual da forma que nós humanos possuímos. A mente dos animais infer 
>iores é incapaz de dotá-los de um comportamento inteligente, ampl 
>o e rico comparado ao dos humanos, porque o seu cérebro tem pouco 
>s conhecimentos sofisticados gravados do mundo exterior, na propo 
>rção de suas capacidades cerebrais, na evolução desse órgão na es 
>cala zoológica. Primatas de cérebros mais desenvolvidos, como os  
>chimpanzés, têm mente mais evoluída para se comportarem de modo m 
>ais sociável e cooperativo que os répteis, como as cobras e lagar 
>tos. Que fique bem claro: não há comportamento sem a existência d 
>e uma programação criada pelas gravações das “coisas” do mundo qu 
>e foram estocadas no cérebro; isto é, arquivadas na memória do te 
>cido cerebral. A mente, de posse dessa programação, motiva e impu 
>lsiona o indivíduo a se comportar bem ou mal; agir positiva ou ne 
>gativamente; conforme gravou “coisas” boas ou más, positivas e út 
>eis ou negativas e inúteis. 
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167      &nbsp;
168    </p>
169    <p>
170      Desta maneira, cérebros com poucas gravações (memória) cria
>rão mentes “pobres”,”estreitas”,”curtas” e pouco produtivas para  
>si e para os outros. Ao contrário, cérebro com riqueza de dados a 
>rmazenados em seus neurônios proporcionará à sua mente riqueza co 
>mportamental, tornando mais sábio o portador desse cérebro, dotan 
>do-o com uma maior inteligência e capacidade de ser útil a si mes 
>mo e à Humanidade. Pensemos nos homens de Ciência! Aqueles estudi 
>osos e cultos que nos deram as vitaminas, os remédios, as vacinas 
> e tantos outros meios de salvação do nosso corpo. Pensemos nos g 
>ênios que nos proporcionaram os meios rápidos de transporte e nos 
> fazem sonhar acordados vendo e ouvindo as verdadeiras obras de a 
>rte, frutos de autênticos representantes da Espécie Humana. Temos 
> os&nbsp; veículos, a televisão, os computadores, a eletricidade, 
> a luz,os aparelhos musicais e tantos outros frutos de cérebros q 
>ue armazenaram informações positivas,agradáveis e saudáveis que p 
>roporcionaram a nós e à Humanidade a continuidade da Vida. Todas  
>essas dádivas que recebemos desses benfeitores cultos foram, excl 
>usivamente, devidas a sua dedicação e incontáveis horas de estudo 
>, leitura e à pesquisa. 
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172    <p>
173      &nbsp;
174    </p>
175    <p>
176      É importante sabermos que quase todos esses grandes Homens 
>de Ciência eram bem adultos e até avançados em idade; os poucos m 
>ais novos, como Carlos Chagas, apesar de pouco mais de 20 anos, v 
>iviam debruçados nos estudos e pesquisas; ao contrário da maioria 
> dos chamados “jovens” de hoje que vivem debruçados e mergulhados 
> no fumo, na bebida (e, haja bebidas para atender a tantos cérebr 
>os doentes e carentes de Conhecimento e do Saber), no sexismo-com 
>pulsivo, no exibicionismo material, no consumismo idiota, no vazi 
>o existencial e na nulidade social. Se aqueles cientistas ( cient 
>ista é todo aquele que é amigo e se dedica à Ciência) geniais &nb 
>sp;não tivessem tanto estudo, esforço, dedicação e altruísmo; não 
> teriam criado nada e hoje estaríamos às escuras e seríamos todos 
> meros moykanos emplumados, medíocres, vazios e inúteis que usam  
>de forma maldosa,nociva e estúpida os inventos e criações dos nos 
>sos antepassados inteligentes que tanto estudaram,pesquisaram e a 
>té se mortificaram, como o casal Pierre e Marie Curie que morrera 
>m precocemente para nos dar os Raios X. Em outras palavras, esses 
> ignorantes utilizam para o mal e na destruição exibicionista, as 
> descobertas e criações dos nossos Homens sábios do passado; exem 
>plo? O carro, que foi inventado por Ford, para nos proporcionar c 
>omodidade e rapidez na locomoção. E o que fazem com ele os estúpi 
>dos e imaturos motoristas? Exibem-se para os outros imaturos em c 
>orrerias idiotas e irracionais, com, ou sem, os seus neurônios me 
>rgulhados no álcool e na ignorância, morrendo e matando mais de 5 
>0.000 pessoas e&nbsp; ferindo outras 350.000, nos mais de 300.000 
> acidentes por ano,somente em nosso País. 
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178    <p>
179      &nbsp;
180    </p>
181    <p>
182      Muitas descobertas e inventos de homens que se negaram a fi
>car ignorantes ( o contrário da grande maioria dos atuais) são ho 
>je utilizados pelas mentes ignorantes e vazias, a fim de darem va 
>zão às frustrações e ansiedade geradas por suas vidas inúteis. Ut 
>ilizando o carro, a moto, a internet e até medicamentos para a pr 
>ática do mal, esses ignorantes desconhecem as conseqüências pesso 
>ais, morais, econômicas e sociais do seu comportamento irresponsá 
>vel. Quanto mais você conhecer e nutrir o seu cérebro com dados ( 
>“coisas”= estímulos) positivos; mais a sua mente fará o melhor us 
>o desses dados positivos que se acumularam nos neurônios. Quanto  
>mais você conhecer e alimentar o seu cérebro com informações, dad 
>os e outras “coisas” negativas, nocivas e inúteis; mais você agir 
>á de forma negativa, nociva e prejudicial a você e a todos os dem 
>ais Seres que o rodeiam. Você será mais um, dos bilhões de outras 
> pessoas inconseqüentes, irresponsáveis e causadores da ampla&nbs 
>p; e irreversível destruição deste pobre Planeta Terra que teve a 
> triste e infeliz incumbência de abrigar tantos ignorantes que ne 
>m percebem a sua agonia devida aos maus tratos deles. Mas, o que  
>são as “coisas” ou fatos positivos e negativos do mundo que o seu 
> cérebro assimila,grava, acumula (estoca) e faz a sua mente por e 
>m prática aquilo que guardou? Você se orientará e se comportará,  
>ao longo da sua existência, de acordo com o “mapa” e a programaçã 
>o gravada no seu tecido cerebral. Explicando mais; “coisas” posit 
>ivas e negativas são os milhões de estímulos que entram a cada mi 
>nuto para o interior do cérebro, através dos cinco sentidos, que  
>são as “antenas” desse mais importante órgão da vida. Repetindo;  
>é tudo que enxergamos,ouvimos,sentimos o gosto, cheiramos e o que 
> toca a nossa epiderme. Todos eles são dirigidos para o cérebro p 
>or receptores especiais que os encaminham para núcleos, centros o 
>u áreas específicas. Porém, devemos lembrar que todos esses siste 
>mas neuronais do encéfalo (cérebro e anexos) são integrados e int 
>erativos, propiciando à Mente uma atividade infinitamente complex 
>a, multiforme e, ainda, misteriosa. 
183    </p>
184    <p>
185      &nbsp;
186    </p>
187    <p>
188      Qualquer comportamento requer a interação desses diversos n
>úcleos, centros ou áreas cerebrais. Os agrupamentos de neurônios  
>que mais estão relacionados ao nosso comportamento e mais conheci 
>dos pelos neurocientistas são: o córtex cerebral, com dezenas de  
>áreas específicas, detém quase a metade de todos os neurônios do  
>cérebro; o hipocampo estrutura muito importante para a memória; o 
> corpo caloso, que é responsável pela ligação e transferência de  
>informações entre os dois hemisférios cerebrais (“cérebro direito 
>” e “cérebro esquerdo”); o sistema límbico, com os seus component 
>es fundamentais para o nosso&nbsp; agir, como o hipotálamo e a hi 
>pófise. Relembramos que não haveria aprendizagem e nem cultura se 
>m a interveniência dos “mensageiros químicos” do cérebro, que são 
> os&nbsp; neurotransmissores compostos químicos que atuam entre o 
>s neurônios e os demais componentes cerebrais levando e trazendo  
>informações indispensáveis à vida interna (orgânica) e externa (c 
>omportamento) da pessoa. Sem esses “mensageiros”,como a dopamina, 
>serotonina,acetilcolina e a tão badalada adrenalina(muito falada  
>pelos aventureiros que pouco&nbsp; ou nada dela eles conhecem) e  
>alguns outros neuroquímicos, não teríamos vida mental e, muito me 
>nos, o conhecimento e a cultura que são os focos deste Trabalho.  
>Voltando à aquisição do conhecimento pelo cérebro, vimos algumas  
>áreas específicas, mais&nbsp; importantes, relacionadas ao Saber  
>, à Cultura e à aquisição do conhecimento. Deus por meio da Natur 
>eza nos deu tudo isso para que não ficássemos perdidos na escurid 
>ão da ignorância. Como já citamos muitas vezes, todos os fatos e  
>acontecimentos da vida são percebidos pelos nossos sentidos e lev 
>ados, em forma de código pelos nervos, para as áreas cerebrais re 
>lacionadas&nbsp; com o Saber, onde são traduzidos (descodificados 
>), analisados, elaborados e reservados. Assim, estocados (guardad 
>os) no interior celular, esses dados irão constituir a atividade  
>mental ou&nbsp; vida mental que conduzirá mal ou bem a nossa exis 
>tência terrena (e, extraterrena, como queiram acreditar), concorr 
>endo para uma interação positiva e útil; ou , negativa e nociva p 
>ara o indivíduo, para todos nós e para o planeta; dependendo do q 
>ue essa pessoa gravou e armazenou em sua memória.&nbsp; 
189    </p>
190    <p>
191      &nbsp;
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193    <p>
194      Para se falar da aquisição do conhecimento, não se deve esq
>uecer-se daquelas áreas do cérebro (repetimos para melhor entende 
>rmos) tão importantes para gravação e estocagem dos dados que são 
> captados do mundo pelos cinco sentidos&nbsp; (fora algum outro q 
>ue ainda não conhecemos) e levados&nbsp; para o interior do céreb 
>ro formando a atividade mental, compreendendo a vida mental, espi 
>ritual e psicológica de todos nós. Para tão importante e vital at 
>ividade, a função do neocórtex (camada de neurônios mais recentem 
>ente incorporada ao cérebro) é fundamental no processo de aquisiç 
>ão intelectual. Considerando que o cérebro humano tem cerca de 80 
> a 100 bilhões de neurônios (células que gravam, além de outras f 
>unções) e, que cada um deles se liga a milhares de outros neurôni 
>os, dá para se avaliar que, quanto mais a pessoa adquire conhecim 
>entos do mundo, mais áreas corticais são ocupadas pelo Saber. Ent 
>ão, mais culta será, mais inteligente se tornará, mais conscienti 
>zada, útil e positiva será para si e para todos. Imaginemos o mun 
>do, se a maioria dos mais de 6,5 bilhões de pessoas tivesse essa  
>conscientização! O mundo e a vida seriam um ”mar de rosas”. Infel 
>izmente, temos o contrário, a grande maioria dos seres humanos es 
>tá agindo e se comportando&nbsp; de modo alienado, animalesco e b 
>estial. É de vital importância para todos, a aquisição do conheci 
>mento e,que a falta do Saber,&nbsp; leva à ignorância que, por su 
>a vez, é a causa de toda ruína da humanidade. Porque esta falta d 
>e conhecimento é tão grave a ponto de deteriorar e aniquilar a es 
>pécie humana? O cérebro é muito plástico (maleável); isto é, sofr 
>e modificações estruturais e fisiológicas. Tudo que aprendemos qu 
>ando assimilamos as informações que os nossos olhos viram, os nos 
>sos ouvidos ouviram, as nossas narinas cheiraram a nossa boca pro 
>vou e a nossa pela sentiu; tudo é levado para o interior do céreb 
>ro, na porção de milhares de dados (estímulos) a cada minuto, é a 
>rmazenado para ser utilizado&nbsp; no uso da mente. 
195    </p>
196    <p>
197      &nbsp;
198    </p>
199    <p>
200      Como a mente humana é quem governa o mundo e conduz as pess
>oas; vê-se que, quem tiver mais dados (informações) armazenados,  
>terá uma mente mais rica, capaz, inteligente e sábia; com mais ch 
>ances de dominar a matéria e as pessoas menos esclarecidas. Como  
>o enriquecimento mental e a sabedoria são adquiridos por meio do  
>estudo, da leitura, da vivência e da experiência; verifica-se o q 
>uanto é difícil, penoso e&nbsp; até onerosa a aquisição do Saber. 
> Após a invenção da escrita, do papel e da imprensa; o meio mais  
>fácil, prático e accessível&nbsp; para se obter o conhecimento, é 
> a leitura. Não resta dúvida que o homem que lê, vale por dois (o 
>u mais). Entretanto, não é qualquer leitura que torna uma pessoa  
>culta, sábia, inteligente e consciente. Somente a assimilação&nbs 
>p; de “coisas” positivas é que nos dará condições de sermos verda 
>deiramente humanos, dignos, honestos, construtivos, úteis e pacíf 
>icos. Quando se aprende e se apreende alguma coisa (positiva ou n 
>egativa), acontecem modificações e alterações no tecido cerebral  
>e em sua fisiologia. Isto é, o cérebro se modifica em sua estrutu 
>ra, morfologia e no seu funcionamento. A plasticidade do cérebro  
>é hoje bastante reconhecida. A aquisição de novos conhecimentos l 
>eva à alterações&nbsp; estruturais e fisiológicas dos meios de co 
>municação intracerebrais. Estas alterações são notadas no espessa 
>mento dos axônios, dendrites, sinapses e outras ramificações dos  
>meios de comunicação neurais. Quanto mais informações são levadas 
> do mundo para o cérebro; mais alterações neuronais se evidenciam 
>, tornando o cérebro mais capaz de produzir uma mente rica e útil 
> para o seu “dono” e para a Sociedade. A perda ou a diminuição do 
> número de neurônios (exceto nas patologias ou má-formação genéti 
>ca) tem implicação na falta do uso neuronal; assim &nbsp;como o s 
>istema muscular necessita exercitar-se para se manter forte e sau 
>dável; o sistema nervoso central precisa do exercício intelectual 
> para o fortalecimento das suas estruturas e o enriquecimento men 
>tal. E, nada melhor para o cérebro e para mente do que a prática  
>do exercício cultural, através da aquisição de estímulos positivo 
>s e sadios oriundos da boa leitura, da boa música e do bom gosto. 
> Antes, pensava-se que as células do cérebro não se regeneravam e 
> o seu número era estanque. Hoje, sabemos que não é assim; novos  
>neurônios são formados em qualquer idade, dependendo das necessid 
>ades neurofisiológicas, mentais e comportamentais da pessoa. Esse 
> acréscimo e geração de neurônios dependem também do grau de conh 
>ecimento da pessoa de sua alimentação, do seu meio ambiente, do u 
>so que ela faz da sua mente, etc. É bem verdadeiro o ditado popul 
>ar: “ A falta de uso atrofia o órgão”. De fato, quem tem o cérebr 
>o pobre de conhecimento alem de tê-lo atrofiado, não pode ter uma 
> mente sadia, fértil e rica. A atrofia cerebral e a pobreza menta 
>l acarretam incontáveis conseqüências nocivas e negativas individ 
>uais e sociais. Pessoas que não exercitam os seus cérebros e não  
>enriquecem as suas mentes, principalmente através da boa leitura  
>e boa música, são entraves na progressão da espécie ,contribuindo 
> para a regressão ao estágios da força muscular animal e da barbá 
>rie; como acontece na atualidade e em todos os quadrantes da terr 
>a.&nbsp;&nbsp; Desde 1983, no livro “A Implosão do Homem” (Ed.Int 
>erlivros de Minas Gerais) vimos alertando sobre a decadência huma 
>na, em decorrência de sua regressão mental. Na época, afirmamos q 
>ue a maioria das pessoas estava regredindo na escala zoológica, s 
>ubstituindo o uso da razão, que é a maior e a mais importante cap 
>acidade mental dos humanos (seu consciente cerebral); pelo uso do 
>s músculos, atividade típica dos animais inferiores, das feras qu 
>e, por não terem o consciente cerebral, agem de forma bruta e inc 
>onseqüente, dirigidas pelo inconsciente&nbsp; de seus cérebros. É 
> exatamente o que vem acontecendo conosco, que há décadas (mais o 
>u menos a partir dos anos 60) estamos regressivamente perdendo a  
>capacidade humana de viver sob a direção e comando da mente consc 
>iente, que representa a inteligência, a sabedoria, o bom senso, o 
> diálogo, a paz e outros atributos superiores; para agirmos e nos 
> comportarmos com os músculos; tal como se comportam os bichos qu 
>e por não terem a capacidade do raciocínio lógico e da inteligênc 
>ia superior; usam os seus músculos para sobreviverem em defesa do 
>s predadores mais musculosos que atacam os menos dotados fisicame 
>nte. 
201    </p>
202    <p>
203      &nbsp;
204    </p>
205    <p>
206      Bilhões de pessoas estão assim, comportando-se como animais
> irracionais por terem abandonado o uso da razão e do bom-senso;  
>pelo domínio&nbsp; da ignorância, da estupidez e da irracionalida 
>de animal. Essa ignorância, como já repetidamente explicamos, não 
> se trata de rótulo pejorativo, maldoso ou depreciativo. Ignorant 
>e é aquele que não pode ou não se interessou em obter conheciment 
>os através da leitura útil e positiva; da falta da audição da har 
>monia sonora; da ausência da visão de cenas bonitas, salutares e  
>agradáveis; da privação do gosto sadio do que é bom e natural; da 
> falta do contato epidérmico com o frescor da brisa nas manhas pr 
>imaveris e do nosso isolamento dos odores e perfumes das flores s 
>ilvestres. Ao contrário, empobrecemos a nossa mente com os piores 
> e mais nocivos estímulos artificiais que criamos pelo egoísmo, p 
>ela vaidade e pela animalidade do irracionalismo, frutos da ignor 
>ância. Esta, é a causadora de todos os males e mazelas da humanid 
>ade; desde um ato isolado de um indivíduo agressivo numa tenda no 
> Ártico, às piores e mais mortíferas das doenças como o câncer. T 
>udo tem alguma ligação com a falta de conhecimentos que é a Ignor 
>ância. Uma comparação entre o comportamento de uma pessoa com con 
>hecimentos gerais (sábia e culta) e outra com pouco conhecimento  
>adquirido (ignorante e inculto) ,nos dará uma compreensão maior d 
>os efeitos e conseqüências negativas para todos. 
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208    <p>
209      &nbsp;
210    </p>
211    <p>
212      Pessoa sábia é aquela que gravou em seu&nbsp; cérebro os es
>tímulos positivos e úteis&nbsp; da leitura, do estudo, da visão , 
> da audição, do gosto, do cheiro e do tato. Estímulos positivos s 
>ão aqueles que vêm da boa leitura, da visão de coisas agradáveis  
>e construtivas, da audição de som inteligente, harmonioso, belo e 
> suave; do cheiro agradável; do paladar, do bom e nutritivo alime 
>nto e do tato e contato com a suavidade dos elementos e coisas na 
>turais da vida. Agora, vejamos uma pessoa ignorante; isto é aquel 
>a que ignora e não conhece os valores reais do mundo e da naturez 
>a. Uma pessoa se encontra nessa pobreza mental porque assimilou f 
>atos e acontecimentos inúteis, negativos e nocivos. Na maioria da 
>s vezes ela não tem a mínima noção das “coisas” negativas que ass 
>imilou e gravou. O seu cérebro está repleto de gravações de cenas 
> violentas, agressivas, repugnantes, abjetas&nbsp; e prostituídas 
> que viu na televisão, no cinema, nos jornais, nas revistas, no t 
>eatro, em livros, na internet e nos diversos outros meios de comu 
>nicação, notadamente nas cenas imorais e amorais ao alcance de to 
>dos.&nbsp;&nbsp; O cérebro do ignorante está, também, cheio de gr 
>avações negativas provenientes do som distorcido do lixo “musical 
>” que quase todos escutam, no mais alto grau da degradação sonora 
>, dia e noite. Em qualquer lugar do mundo encontraremos uma dessa 
>s pessoas ouvindo e promovendo a barulheira infernal de alguma co 
>isa pouco ou nada inteligível!&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aind 
>a, o ignorante por estar abrutalhado, não se interessa por sentir 
> o aroma de rosas silvestres. Ele não vai ter o conhecimento nece 
>ssário para saber escolher os alimentos nutritivos e salutares pa 
>ra a preservação de sua própria saúde e da vida; daí a obesidade  
>generalizada no mundo. O obeso o é por ignorância (por não ter o  
>conhecimento bioquímico do metabolismo dos carboidratos);por ter  
>uma disposição genética; por sofrer alguma disfunção endócrina ou 
> padece de conflitos psicobiológicos, como a ansiedade, depressão 
> e alguns complexos. Além&nbsp; disso, por não ter o conhecimento 
> biológico, não se preocupa ou não dá importância aos micróbios,  
>pois não os vendo, não vai crer na sua existência e,daí, por quai 
>s motivos ele vai ter higiene? Quando limpa muito os utensílios d 
>a cozinha, por exemplo, ele o faz apenas pela estética e pela bel 
>eza de ver e mostrar reluzentes esses objetos; e, não, por preocu 
>pação sanitária e de saúde. Uma pessoa ignorante pega em dinheiro 
> (chega a passar o dedo na língua para separar as cédulas) e em q 
>ualquer outro veículo transmissor de microrganismos patogênicos&n 
>bsp; e depois vai pegar nos alimentos que come,vende e manuseia e 
>m seu uso e das demais pessoas ignorantes que lidam com ele, incl 
>usive você que está lendo este Trabalho. 
213    </p>
214    <p>
215      &nbsp;
216    </p>
217    <p>
218      O simples lavar as mãos antes de pegar o alimento é pouco s
>eguido por quem ignora a assepsia. Veja de onde mais vêm as doenç 
>as e epidemias mais agressivas! Dos países mais pobres mental e m 
>aterialmente mais ignorantes. Note a facilidade maior em contrair 
> infecções gastrointestinais das pessoas nesse mesmo estado menta 
>l que comem qualquer coisa vendida em calçadas e nas vias pública 
>s. Observe nos supermercados ou em outros locais de vendas alimen 
>tícias que quase todos compram embutidos, refrigerantes, enlatado 
>s e qualquer outro alimento sem ao menos lerem o que está escrito 
> nas caixas e latas; e, muito menos querem saber os ingredientes  
>do alimento que estão levando para casa. Até as datas de seus ven 
>cimentos são ignoradas e quando lidos, nunca vão saber o signific 
>ado das substâncias químicas que contém; assim, vão se envenenand 
>o e envenenando os outros, sem ter a mínima noção do que estão co 
>mendo ou vendendo. Não é por coincidência que a incidência do cân 
>cer está se elevando tanto na população mundial; todo dia temos c 
>onhecimento de algum parente, amigo, colega, vizinhos e conhecido 
>s ou não, que estão acometidos por essa doença &nbsp;ou que morre 
>ram dela. 
219    </p>
220    <p>
221      &nbsp;
222    </p>
223    <p>
224      Estes são apenas alguns poucos exemplos dos efeitos nocivos
> da Ignorância. O que falar da devastação das florestas, da polui 
>ção do ar, da terra e das águas? As queimadas, as drogas (em que  
>os imaturos ignorantes buscam preencher com as fantasias químicas 
>, os seus vazios existenciais),a bebida (onde em cada esquina os  
>imaturos ignorantes tentam “afogar” as suas nulidades no álcool), 
> no fumo (onde os ignorantes queimam os seus pulmões para aquecer 
>em e esquecerem suas carências existenciais) e tantos outros male 
>s individuais e sociais decorrentes da falta do Conhecer. A Ignor 
>ância é a pior doença e a causa de todos os males da humanidade,  
>em todos os tempos. Por ignorar e por desconhecer as conseqüência 
>s futuras dos seus atos; o ignorante é antes de tudo um irrespons 
>ável (sem culpa) pessoal e social. Não há Mal que não tenha a par 
>ticipação da ignorância. Já se perguntou por que os piores e mais 
> corruptos políticos e governantes do planeta estão nos países ma 
>is atrasados material e mentalmente? Veja, países que apesar de p 
>ossuírem imensas riquezas minerais, vivem eternamente deitados no 
> berço, não muito esplêndido, da miséria material,mental,moral e  
>espiritual ! Convivem eles na pobreza geral porque a maioria de s 
>uas populações &nbsp;ignoram o valor e a importância do voto elei 
>toral, desconhecendo as terríveis conseqüências sociais advindas  
>por não saberem escolher os seus representantes. Elegem políticos 
> e governantes que serão seus futuros algozes, porque não possuem 
> cultura geral armazenada em seus cérebros para criarem mentes co 
>mpetentes e ricas capazes de fazerem escolhas acertadas. Isto se  
>verifica não apenas na política; mas, em todas as atividades huma 
>nas, pois o conhecimento é a chave do desenvolvimento pessoal e s 
>ocial das populações. É cultivando a Ignorância que os&nbsp; maus 
> políticos e governantes se mantém eternamente no poder, às custa 
>s do voto fácil e inconseqüente das pessoas de pouco saber, cujo  
>número aumenta geometricamente. É uma gigantesca “bola de neve” e 
>m que a ignorância (pobreza mental) leva o país à pobreza geral,  
>não propiciando condições para o desenvolvimento da mente, que po 
>r sua vez, gera mais miséria e, assim, sucessivamente. Vale dizer 
> que ninguém pode ser totalmente ignorante ou sabiamente completo 
>; porque é impossível uma pessoa não conter nada gravado em suas  
>células nervosas e nem tampouco alguém acumular todo o conhecimen 
>to humano em seu cérebro. Dessa forma, a contribuição de cada ser 
> humano é proporcional à sua capacidade mental. Todas as pessoas  
>são iguais perante o Criador e à Natureza; o que nos diferencia u 
>m do outro é a qualidade e a quantidade do que coletamos do mundo 
> que nos cerca, durante a nossa existência terrena. Todavia, não  
>é &nbsp;bastante que gravemos somente os eventos do meio ambiente 
> que está perto de nós; mas sim, procuremos saber(lendo,ouvindo e 
> vendo) de todas as informações sobre os acontecimentos do Planet 
>a e do Cosmos. Se gravarmos estímulos positivos, a memória neuron 
>al criará uma Mente rica, útil, bela, inteligente e criativa. Por 
>ém, se gravarmos&nbsp; estímulos negativos como a visão de cenas  
>grosseiras,grotescas, de horror, de ódio, violência, armas; caso  
>não tenhamos lido boas leituras, adquirido uma cultura vasta,vari 
>ada e ouvindo aquela ensurdecedora barulheira sonora dos “bate-es 
>tacas” que quase todos ouvem, pregados nas orelhas...então estamo 
>s perdidos ; pois a grande maioria das mentes do mundo será incap 
>az&nbsp; de contribuir e ser útil a si e aos demais Seres Vivente 
>s. 
225    </p>
226    <p>
227      &nbsp;
228    </p>
229    <p>
230      Quando iniciamos este Trabalho, falamos das previsões dos g
>randes homens, como o nosso Rui, que vaticinaram com acerto o que 
> hoje acontece e as conseqüências nocivas e prejudiciais que nos  
>afligem e nos fazem sofrer, como por exemplo, a desonestidade, a  
>falta de caráter, a amoralidade e imoralidade reinantes em todos  
>os setores da sociedade, que pela nossa ignorância e&nbsp; omissã 
>o (dela recorrente), deixamos que&nbsp; se tornassem crônicas e c 
>ontumazes. Com o cérebro deficiente em informações do mundo, a me 
>nte empobrece e pouco ou nada pode prever como fizeram aqueles ho 
>mens de Ciência, que nos deram tantos inventos e criações maravil 
>hosas e salutares. Prever acontecimentos futuros requer cérebro c 
>ulto e mente rica; cérebros que tenham em seu interior boas e pos 
>itivas gravações. Quem gastou ou gasta o precioso tempo vendo o l 
>ixo da maioria dos programas de televisão, ouvindo a barulheira i 
>nfernal do som desestruturado dos ruídos de “bate-estacas”, afoga 
>ndo os seus pobres e escassos neurônios nos incontáveis botecos d 
>e calçadas, rebolando e pulando nas noitadas fanks, fenks, finks, 
> fonks e funks; embriagando-se e consumindo drogas e alucinógenos 
> para ludibriarem as suas pobres e nulas existências; estão perdi 
>dos nas névoas da Ignorância e da pouca valia existencial própria 
> e dos outros. Raríssimas são as pessoas de hoje, principalmente  
>as de menos idade, que sejam capazes de enxergar e prever qualque 
>r coisa além do próprio umbigo. Michel de Nostredames (1503-1566) 
>, o mais célebre dos videntes, tornou-se conhecido por suas acert 
>adas previsões em muitos séculos de antecedência. Nostradamus, al 
>ém do cérebro privilegiado, anatômico e fisiologicamente normal,  
>possuía um vasto “estoque” de gravações positivas e úteis que os  
>seus olhos &nbsp;viram, seus ouvidos ouviram, suas experiências n 
>otaram e a sua sensibilidade sentira. Ele era um grande estudioso 
> da medicina, astrologia, astronomia, química, física, teologia e 
> literatura. Não era um mágico, mago ou feiticeiro; era um homem  
>normal com muita cultura geral obtida de sua enorme curiosidade,  
>de seus estudos, leitura,observação,pesquisas e análise das “cois 
>as” que via,ouvia,cheirava e sentia. Se esse sábio francês vivess 
>e hoje, lendo tolices nas muitas literaturas vulgares; assistindo 
> filmes e programas de televisão; vendo pornografia (accessível a 
> qualquer gosto doentio) em tudo e na Internet; ouvindo com fones 
> de orelhas a imensa, estridente e distorcida aberração sonora do 
>s “bate-estacas”;sentindo e cheirando o odor nauseabundo do nosso 
> lixo diário; provando o gosto da comida transgênica,transgordura 
>da,agrotoxicada e intoxicada! Ainda, se Nostradamus vivesse entre 
> nós, sentido na pele a nossa decadência material, moral e espiri 
>tual; por certo o cérebro desse sábio , percebendo, assimilando e 
> arquivando todos esses estímulos e informações negativas e nociv 
>as destes nossos dias...; estaria ele com a sua mente tão negativ 
>amente “carregada” que seria incapaz de contribuir para o nosso&n 
>bsp; bem social e muito menos seria capaz de enxergar “um palmo d 
>iante do nariz”. Para finalizar, o leitor pode aproveitar esta op 
>ortunidade para verificar, analisar e avaliar a sua in (competênc 
>ia) mental (grau de Ignorância), da sua família, dos seus amigos, 
> colegas, vizinhos e conhecidos. Para verificar a sua ignorância, 
> basta que saiba distinguir e escolher &nbsp;o que é bom, importa 
>nte, agradável e útil para si e para todos. É só ver o que você a 
>cumulou e está acumulando em seu cérebro, para saber o que foi, é 
>, e o que será(e o que está sendo) para você mesmo e para toda a  
>Sociedade, no sentido amplo, universal. 
231    </p>
232    <p>
233      &nbsp;
234    </p>
235    <p>
236      Não é difícil notar-se os vários sintomas da Ignorância, ou
> seja,os múltiplos sinais de uma pessoa alienada dos valores huma 
>nos autênticos. O ignorante (aquele que ignora), dentre outros, d 
>emonstra os seguintes sinais: 
237    </p>
238    <p>
239      -Não estuda, não gosta de estudar e detesta quem estuda;
240    </p>
241    <p>
242      -Não vê e nem se interessa por ver as “coisas” belas da Nat
>ureza; como por exemplo, não aprecia o por do sol, o orvalho da m 
>anhã, as flores da Primavera, não admira o céu estrelado, etc.; 
243    </p>
244    <p>
245      -Não gosta e detesta a música harmoniosa e clássica;
246    </p>
247    <p>
248      -Fala alto, ouve tudo alto e faz um barulho danado em qualq
>uer lugar em que esteja; 
249    </p>
250    <p>
251      -Não tem limites para nada;
252    </p>
253    <p>
254      -Muitos ignorantes são desonestos e não se incomodam em dar
> prejuízos aos demais, principalmente quanto aos bens públicos; i 
>gnorando que o governo manipula e compra esses bens com o dinheir 
>o do Povo; 
255    </p>
256    <p>
257      -A maioria é agressiva e age com violência quando encontra 
>oposição aos seus atos e comportamentos instintivo-bestiais; 
258    </p>
259    <p>
260      -Tendem a formar grupos com pessoas de mesma capacidade men
>tal, a fim de se sentirem fortes, poderosos e seguros; além de ou 
>tros inúmeros sinais que uma pessoa ignorante apresenta que deve  
>servir de alerta para ajudá-la a se precaver e a se preservar. 
261    </p>
262    <p>
263      É importante que todos saibam principalmente políticos, gov
>ernantes e autoridades, que a FRUSTRAÇÃO é a manifestação mais ev 
>idente e prejudicial da Ignorância. A pessoa com poucos conhecime 
>ntos; tem reduzida a sua capacidade mental e, assim, encontra pou 
>cas oportunidades de “vencer na vida” e sentir-se realizada em em 
>pregos e trabalhos melhores remunerados, numa Sociedade Capitalis 
>ta como as do mundo atual. O ignorante, por ter poucas ou escassa 
>s informações intelectuais, se sujeita a subempregos ou a emprego 
>s aviltantes da personalidade, a fim de sobreviver; pois as funçõ 
>es melhores e mais remuneradas são para aqueles que assimilaram m 
>ais conhecimentos científicos e literários em seus cérebros. Daí, 
> serem rejeitados para a ocupação de trabalhos, funções e emprego 
>s mais remunerados, valorizados, desejados e mais respeitados soc 
>ialmente. Por mais que se queira contemporizar, todos ou quase to 
>dos valorizam mais um mau médico que um excelente gari ou um ótim 
>o servente de pedreiro; dá mais reconhecimento social a um políti 
>co corrupto que a um honesto catador de papéis ! Quem dizer ou ac 
>har o contrário é&nbsp; um ignorante imaturo &nbsp;ou é um demago 
>go que quer se eleger às custas da Ignorância dos outros ignorant 
>es ou das pessoas menos favorecidas. Falando da Frustração, a mai 
>oria das pessoas ignorantes (que desconhece as Ciências) quando s 
>e dá conta da sua situação econômica, financeira, cultural e soci 
>al e, antevê seu futuro não muito promissor, em um mundo cada vez 
> mais sofisticado, tecnologizado, mais exigente, mais seletivo e  
>mais concorrido por &nbsp;quase 7.000.000.000 de pessoas em busca 
> da própria sobrevivência física e animal!&nbsp; É de se ver que  
>essa sobrevivência fica mais difícil para todos que não puderam o 
>u não quiseram acumular a riqueza e a grandeza do Saber, em seus  
>Cérebros e Mentes. Não devemos estranhar e nem nos surpreendermos 
> com a possibilidade, não muito remota, de voltarmos ao canibalis 
>mo. Parece que a antropofagia já está acontecendo em alguns locai 
>s mais pobres e populosos do Planeta! 
264    </p>
265    <p>
266      &nbsp;
267    </p>
268    <p>
269      Podemos listar e considerar a Ignorância como a mais grave 
>e mais epidêmica das doenças que ameaçam a humanidade. Como ela t 
>em crescimento geométrico na escala numérica populacional; como a 
> população mundial aumenta diariamente e todos precisam sobrevive 
>r; e, para sobreviver cada terráqueo necessita ter mais conhecime 
>nto que o outro; e, para se acumular conhecimentos é necessário d 
>inheiro, tempo, abnegação, muito estudo, pesquisas, etc. vê-se qu 
>e para a maioria das pessoas, principalmente moykanos e outros tr 
>ibais; é muito mais agradável estourar os tímpanos e arriscar a p 
>ele nas noitadas dos bailes funkerosos e nos finais de semestres, 
> copiarem suas provas da Internet e colarem do vizinho da carteir 
>a mais próximo, ou outros meios possíveis e imaginados de burlare 
>m professores,Escolas, eles mesmos e à Sociedade. “Curtir” e “via 
>jar” é bem “mais melhor” que “queimar as pestanas” nas insones ma 
>drugadas solitárias, debruçado em pilhas de livros em casa ou nas 
> bancadas de um laboratório científico em incontável busca por re 
>médios contra a ignorância e os muitos outros males que afligem a 
> Humanidade. Como a Ignorância é a mãe de todos os vícios e doenç 
>as; ela é a origem e a fonte maior da Frustração. E, o que é a Fr 
>ustração? Frustração é o sentimento de revolta por não termos o q 
>ue desejaríamos TER; e, de não sermos o que gostaríamos de SER. 
270    </p>
271    <p>
272      &nbsp;
273    </p>
274    <p>
275      Aí, temos as razões que explicam a agressividade e a violên
>cia das pessoas, em grupos ou individualmente, que picham e danif 
>icam paredes, muros, portas, edifícios, casas, monumentos, igreja 
>s e tudo que encontram pela frente. Agridem,roubam,esfolam e mata 
>m qualquer Ser vivo animal, vegetal ou mineral que tem a infelici 
>dade de cruzarem os caminhos dessas bestas-humanas. Como o não-sa 
>ber (ignorância) é,hoje, a maior causa da frustração,principalmen 
>te dos menores de 40 anos; pode-se avaliar o perigo presente e fu 
>turo que todos nós estamos expostos. Para se entender, exemplific 
>ar e melhor visualizar a veracidade e seriedade disso, é suficien 
>te pensarmos o quanto é difícil e raro (pelo menos por enquanto), 
> encontrarmos ou ouvirmos falar em “bandos”,”gangues”,”tribos”, ” 
>quadrilhas”, ou “galeras”, compostas de médicos,engenheiros,denti 
>stas,psicólogos e de outros profissionais;que andem por aí, picha 
>ndo,destruindo,depredando os bens públicos e particulares e, muit 
>o menos, atacando,agredindo,roubando e matando pobres e desampara 
>dos transeuntes nas ruas de quaisquer cidades do mundo.&nbsp; Lem 
>bre-se que a falta de cultura, o não-saber, o desconhecimento dos 
> fatos da Natureza, que&nbsp; são os fundamentos da Ignorância; e 
>, esta é a geradora da Frustração; que, por sua vez, impulsiona o 
> indivíduo inculto à agressividade, a violência e todas as conseq 
>üências funestas que resultam dessa falta de Consciência da reali 
>dade. Não estamos querendo afirmar que as pessoas de Cultura e Sa 
>ber, não possam ser agressivas e violentas! Não se trata de gener 
>alizar! Entretanto, as pessoas que acumularam conhecimentos no cé 
>rebro e têm mentes ricas, quando se tornam agressivas ou violenta 
>s, são em razão de patologias psicobiológicas; enquanto o ignoran 
>te o é, mesmo que seja são, e não sofra de distúrbios internos. A 
> agressividade e a violência dos ignorantes são frutos da Frustra 
>ção quando, inconsciente ou conscientemente, percebem a sua incom 
>petência mental-cultural que o inviabiliza ou dificulta o seu bem 
>-estar e o seu futuro. &nbsp;&nbsp;Cuide para que os seus filhos  
>adquiram Conhecimento e nos permitam um Viver Melhor. Para finali 
>zar, vamos dar um último exemplo, dentre os milhares de casos que 
> presenciamos,tratamos e estudamos: um “estudante”, mais ou menos 
> 24 anos, de um curso superior de uma conhecida Faculdade, ao ser 
> perguntado, no dia do Trabalho, sobre Getúlio Vargas, alegou par 
>a justificar a sua abissal ignorância, que não sabia quem era ele 
> porque “ainda não tinha nascido”, na&nbsp; época daquele ex-pres 
>idente da República. Esta tão grande demonstração de alienação, n 
>ão é uma exceção; mas, sim, a regra geral entre moykanos ou não m 
>oykanos, naquela faixa etária, em todo o Planeta. Já pensaram nos 
> milhões de “universitários” ignorantes como este que estão se fo 
>rmando nos milhares de Faculdades, Escolas Práticas e em&nbsp; ou 
>tros cursos ligados à Saúde, como o de Enfermagem, por exemplo!&n 
>bsp; Muitos deles irão, com pouco conhecimento e ignorantes, mini 
>strar medicamentos, aplicar injeções, fazer assepsia, transfusões 
> e outros atos equivocados nas caladas da noite em você, em seus  
>familiares e em todos nós, nas enfermarias e UTIs de hospitais de 
>saparelhados e empobrecidos, que não podem pagar profissionais ma 
>is capacitados. Se formos nos aprofundar em um só tipo desses pro 
>blemas, ficaremos enlouquecidos de preocupações. Se deixarmos com 
>o está... já sabemos como vai ficar ; e, nem precisamos de Magos  
>e nem de novos Nostradamus. 
276    </p>
277    <p>
278      &nbsp;
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284      &nbsp;
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286    <p>
287      Obs.&nbsp; O autor pede, encarecidamente, a quem ler este T
>rabalho e se sentir ofendido que, antes de odiá-lo ou desprezá-lo 
>, tente analisar as razões da rejeição e, conforme os resultados  
>da verificação, &nbsp;&nbsp; 
288    </p>
289    <p>
290      procure, ou não, mudar os rumos da sua vida,estudando e obt
>endo conhecimentos para afastar a Ignorância e......a Frustração. 
291    </p>
292    <p>
293      &nbsp;
294    </p>
295    <p>
296      Nota: o Autor agradece a colaboração da Srta. REJANE PIMENT
>A FURTADO, de São Sebastião do Paraíso - MG, que com zelo e dedic 
>ação digitou o presente Trabalho; da Srta. VERA DE FREITAS, da Se 
>rra Gaúcha-RGS e da Srta. MARILENE da SILVA, de Caruaru-PE, que n 
>os prestigiaram com informações importantes e de grande valia par 
>a este Trabalho. 
297    </p>
298    <p>
299      &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;-----------------
>--------------------------------- 
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305      CARLEIAL. Bernardino Mendonça.
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308      &nbsp;
309    </p>
310    <p>
311      Psicólogo-Clínico pela Universidade Católica de Minas Gerai
>s; 
312    </p>
313    <p>
314      Estudante de Direito da Universidade Estácio de Sá;
315    </p>
316    <p>
317      Escritor e Pesquisador nas áreas da Psicobiologia e do Dire
>ito. 
318    </p>
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320      &nbsp;
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